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Venezuela: terremotos já matam 164 pessoas e deixam centenas de feridos

Data de Publicação: 25 de junho de 2026 10:40:00 Mais de 500 equipes de emergência estão trabalhando para tirar sobreviventes dos escombros. Dezenas de chefes de Estado e de governo se solidarizaram e se colocaram à disposição para enviar ajuda humanitária e mais especialistas em resgate para acelerar as buscas.

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A busca por vítimas dos terremotos que devastaram a Venezuela na noite desta quarta-feira (24) — e deixaram 164 mortos e 971 feridos até o momento — continua nesta quinta-feira (25). Mais de 500 equipes de emergência estão trabalhando para tirar sobreviventes dos escombros.

Dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram o país e provocaram pelo menos 20 réplicas nas horas seguintes, segundo o governo venezuelano. Prédios e casas desabaram na capital Caracas e em outras cidades. Os tremores foram sentidos em cidades do Norte do Brasil.

Até a manhã desta quinta, 164 mortes haviam sido confirmadas, mas o serviço geológico dos Estados Unidos estima que o número de mortos possa ficar entre 10 mil e 100 mil.

O Itamaraty disse que, até o momento, não há notícias de brasileiros entre as vítimas.

Dezenas de chefes de Estado e de governo se solidarizaram e se colocaram à disposição para enviar tanto ajuda humanitária, como produtos médicos e equipes de resgates. Além do Brasil, a lista inclui vários países que já sofreram terremotos devastadores, como os Estados Unidos, a Turquia, o México e Portugal.Segundo a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que agradeceu à comunidade internacional pelo apoio recebido, os primeiros socorristas estrangeiros devem chegar nas próximas horas.

O governo venezuelano cancelou aulas e suspendeu serviços não essenciais.

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou solidariedade e disse ter mandado todas as agências do governo americano ajudarem.

A China, que era a principal compradora do petróleo venezuelano antes da captura e prisão de Nicolás Maduro por militares americanos, afirmou que vai fazer o que for possível para ajudar.

Fonte: G1

Foto: REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria

 

 

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